domingo, 13 de março de 2011

“Divino”


    Nesta série o destaque são as caixeiras, com suas batidas ritmadas e seus cantos harmônicos, que marcam a festa profano-religiosa, celebrando a visita do Divino aos apóstolos.
 O artista inspirou-se na beleza dos cânticos das caixeiras e na importância da corte, comandada pela Imperatriz e seus moradores; na beleza dos estandartes carregados em cortejo pelas ruas da cidade; e na beleza magistral do mastro, que representa, com o seu levantamento, o início da festa.

“Festas e Festanças”


           Esta coleção é uma continuação da série “Festas da Ilha”, retratando outras manifestações, mais encontradas no interior do Estado.
Neste trabalho o artista retrata a fé inabalável das carpideiras; a pureza lírica dos pastores e reizados, que peregrinam de casa em casa na busca de esmolas, pregadas em seu estandarte; a essência e a originalidade do tambor de crioula; a beleza lúdica das quermesses, com bandinhas nos coretos das praças; os carrosséis e os largos em frente às igrejas, sempre enfeitados de bandeirinhas; a grande devoção das presepeiras, devotas que constroem os presépios, representando o nascimento de Jesus Cristo; e a grande pluralidade cultural que permite juntarem-se o profano e o religioso em uma só fé.

sábado, 12 de março de 2011

“Guarnicer”


               Esta série é dedicada exclusivamente à maior manifestação da cultura popular do Maranhão, o bumba-meu-boi.
     Nesta coleção o artista explora com muita criatividade o colorido e o movimento das fitas dos chapéus dos vaqueiros, o desenho e o bordado das testeiras dos chapéus, o bordado de toda a indumentária dos brincantes, a leveza das penas dos grandes chapéus do amo, os desenhos mágicos dos couros dos bois, assim como o movimento dos maracás, pandeirões, matracas e zabumbas.


“Festas da Ilha”


       Nesta coleção o artista viaja na beleza das festas populares de São Luís; no bailar das fitas dos chapéus dos vaqueiros do bumba-meu-boi; nos desenhos mágicos dos couros dos bois; na expressão sublime das caixeiras do divino; no rebolar das dançarinas do cacuriá; no caminhar dos romeiros da procissão de São Pedro; e na irreverência e criatividade do Boizinho Barrica.
Ante a mistura de ritmos, o artista se rende aos encantos dos tambores do Maranhão.